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ANIVERSÁRIO DE JAHU - 168 ANOS

Colégio Saint Exupéry

Dia 15 de Agosto de 2021 Jahu completa 168 anos. A história de nossa cidade começa no momento em que os bandeirantes navegavam pelo rio Tietê e decidiram parar para pescar na foz de um ribeirão. Lá fisgaram um grande peixe chamado Jahu. O local, desde então, ficou conhecido como Barra do Ribeirão do Jahu. Um pouco mais tarde, em 15 de agosto de 1853, alguns moradores da região decidiram organizar uma comissão para tratar da fundação do povoado. Depois de vários estudos ficou decidido que seria erguido um povoado na área de 40 alqueires, doados em partes iguais por Francisco Gomes Botão e tenente Manoel Joaquim Lopes. 

 

Após a comissão ter visitado "in loco" os diversos terrenos que lhe foram oferecidos para localização do Patrimônio, optou pela oferta feita em conjunto pelos senhores Tenente Manuel Joaquim Lopes e Francisco Gomes Botão, de doarem 40 alqueires de terras, sendo 20 alqueires de cada, junto a suas divisas, onde os mesmos são confrontantes (a linha de divisa dos doadores corre exatamente entre ruas Edgard Ferraz e Major Prado, da barranca do rio Jahu até o espigão divisor, onde os mesmos dividiram com Lúcio de Arruda Leme), terreno esse localizado à margem esquerda do rio Jahu, pouco abaixo da barra do ribeirão Figueira, pois o critério usado pela comissão foi que o terreno escolhido fosse a montante de uma nascente d'água para o futuro abastecimento do Patrimônio, no caso o córrego da Figueira, e que fosse mais central possível. A região do Jahu compreendia das barrancas rio Tietê (hoje Barra Bonita) até o espigão divisor das águas dos ribeirões Marambaia e Sapé (hoje Bariri), das barrancas do rio Jacaré-Pepira até as barrancas do rio Tietê (em frente a Pederneiras). Assim o local escolhido foi o mais central possível.

 

Quanto à denominação do Patrimônio, não houve discussão, pois a região já era conhecida como Jahu, em virtude do rio que banha a região, porque na sua desembocadura no rio Tietê, era encontrado com fartura o peixe "Jahu", razão pela qual o rio foi denominado de rio Jahu. A escolha foi por unanimidade.

 

Prosseguindo a viagem de volta a Jahu, relata o Capitão José Ribeiro de Camargo ao Tenente Lourenço de Almeida Prado sobre povoamento da região do Jahu. O primeiro morador da região do Jahu foi Antonio Dutra, fugitivo da justiça de Araraquara, que para não ser preso afunda o sertão, vindo a descobrir o rio Jahu, onde apossa-se de enorme gleba de terras à margem direita do referido rio. Referida gleba tinha início na barra do ribeirão João da Velha com rio Jahu, subindo pelo ribeirão até as suas cabeceiras, atingindo em seguida o espigão, daí tomava o rumo norte, abrangendo as cabeceiras dos seguintes ribeirões: Mandaguari, Pouso Alegre e Onça: tomando à esquerda, segue pelo espigão divisor das águas do Onça e do Prata, até encontrar o rio Jahu e subindo pelo veio d'água do rio Jahu, até a barra do ribeirão João da Velha, onde teve começo; a sua morada ficava nas cabeceiras do ribeirão da Onça. Sempre que interpelado sobre suas divisas Antonio Dutra respondia que começavam em certo lugar, seguiam tais e tais espigões ou águas e terminavam na boca de sua espingarda. Antonio Dutra teve o fim que mereceu, ao dar uma festa de despedida em sua casa na cidade de Araraquara, pois ia mudar-se com a família para Jahu. Na madrugada ao cair bêbado, foi assassinado a machadada por sua mulher e amigos. Seus filhos venderam a posse em duas glebas: a do Pouso Alegre, a Francisco Gomes Botão e a do João da Velha, a Joaquim de Oliveira Matosinho.

 

Hoje, considerada a capital do calçado feminino, Jahu também compartilha de muitas outras curiosidades, que valem a pena conhecer.

 

fonte: www.jau.sp.gov.br

 

 

Data da postagem:

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